Me livro do que pesa
do que me faria um preso
leve infinito e coeso
saber que essa alma preza
Para flutuar na água
Para salvar o meu couro
não abraço prata e ouro
que afunda feio feito mágoa
Faço dos ensinamentos
Meu martelo de ciência
Da evolução vivências
De elevados pensamentos
E bem aqui no chão
Devagar eu vou miúdo
Galgando a pés de veludo
na jornada da evolução
Na infinita escadaria
degraus de simplicidade
a caminho da verdade
que do alto irradia
ignorância elimino
orgulho esmago sem perdão
pra que não colha presunção
vaidade eu não germino
Nem faço para teu agrado
falso elogio ou adulação
no processo de evolução
me deixaria atrasado
nunca fui dono da razão
a razão é quem me avalia
me observa noite e dia
através de um anjo guardião
E preciso feito um lanceiro
no olho da falsidade
vôa a zunir sem piedade
lança que atinge o alvo em cheio.
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